Esforços de resgate prosseguem na Península de Noto, da região central do Japão, onde ocorreu o mortífero terremoto do primeiro dia de 2024. A vida em abrigos de emergência vem se tornando cada vez mais difícil para milhares de desalojados.
Às 9 horas desta quinta-feira, na província de Ishikawa, a mais afetada, estava confirmada a morte de pelo menos 213 pessoas e era desconhecido o paradeiro de mais de 50.
Na cidade de Wajima, a polícia está em busca de pessoas desaparecidas após um grande incêndio que foi provocado pelo terremoto. Na área afetada, antes uma tradicional atração turística, o fogo devastou quase 50.000 metros quadrados, destruindo mais de 200 prédios. Esforços de socorro são dificultados por estradas interrompidas e pelo frio do inverno japonês.
Segundo autoridades, estão sem luz mais de 3 mil pessoas nas cidades de Wajima e Suzu e na localidade de Noto.
Em várias áreas da província de Ishikawa, 25.770 pessoas são forçadas a permanecer em abrigos de emergência, alguns em condições cada vez mais precárias.
Autoridades locais dizem que oito pessoas morreram em abrigos, aparentemente por causas relacionadas à calamidade.
Fonte: NHK World Japan
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