“NÃO VOU DECIDIR SOZINHO”: JOÃO CARLOS PROMETE DIVIDIR COM A POPULAÇÃO O PODER SOBRE AS EMENDAS

Após passar pela Câmara dos Deputados como suplente, candidato afirma que, se eleito, moradores de Manaus e do interior participarão diretamente das decisões sobre os recursos federais

João Carlos (Republicanos) assumiu um compromisso público com o Amazonas: caso seja eleito deputado federal, não decidirá sozinho o destino de suas emendas parlamentares. A população será chamada para indicar prioridades, fiscalizar os investimentos e cobrar a aplicação dos recursos.

A proposta confronta uma prática comum na política: decisões sobre milhões de reais tomadas dentro de gabinetes, longe das comunidades que mais precisam desses investimentos.

“Eu não quero um mandato em que o deputado decide tudo e o povo só fica sabendo depois. Minha promessa é clara: a população vai participar comigo e ajudar a decidir para onde irão as emendas”, declarou João Carlos.

O candidato esteve em Brasília como deputado federal suplente e afirma que essa experiência permitiu conhecer de perto a força de um mandato no Congresso Nacional — e tudo o que pode ser realizado quando os recursos são direcionados às necessidades reais da população.

Por meio da Emenda Participativa, João Carlos promete realizar assembleias populares em Manaus e nos municípios do interior. Os moradores poderão apresentar demandas e escolher prioridades em áreas como saúde, educação, infraestrutura, emprego, segurança e turismo.

O compromisso não termina na escolha. A população também poderá acompanhar o andamento dos projetos, fiscalizar os investimentos e cobrar para que o dinheiro chegue ao destino definido.

“Em Brasília, eu vi de perto o que um deputado federal pode fazer. Também entendi que esse poder não pode ficar concentrado nas mãos de uma pessoa. O dinheiro é do povo. Portanto, o povo precisa participar, decidir e fiscalizar”, afirmou.

Para João Carlos, pedir a participação das pessoas somente durante a campanha é repetir uma velha política que precisa mudar.

“Eu não quero o povo apenas no dia da votação. Quero o povo comigo durante os quatro anos: propondo, decidindo e cobrando. Se o mandato é do povo, a decisão também deve ser”, declarou.

A promessa de João Carlos é transformar o gabinete em um canal permanente de participação popular. Em vez de perguntar apenas em quem a população vai votar, ele quer perguntar onde o dinheiro público precisa chegar.

“Eu já estive em Brasília e sei o que pode ser feito. Agora, quero voltar com a força do voto e uma obrigação assumida: não tomar sozinho uma decisão que pertence ao povo do Amazonas.”

A proposta é direta e já está feita: se João Carlos for eleito, o destino das emendas será discutido com a população. O povo fala, o deputado escuta, e o mandato trabalha.

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