O avanço do poder de fogo das facções criminosas no Amazonas recebeu um posicionamento duro e técnico do vereador Coronel Rosses. Dados oficiais do Centro Integrado de Estatística de Segurança Pública (Ciesp) apontam que mais de 1.500 armas ilegais são retiradas de circulação por ano no estado, mas o perfil do que está entrando assusta: fuzis de assalto calibres 7,62 mm e 5,56 mm, e até metralhadoras de calibre .50 – armamento pesado de uso restrito das Forças Armadas.
Para Rosses, que possui vasta experiência militar, o cenário reflete uma inversão perigosa que desafia diretamente a soberania e coloca a população e os policiais em risco extremo na ponta do processo. O parlamentar destaca que a facilidade com que esse armamento pesado entra na região evidencia uma falha crítica na fiscalização das fronteiras e das calhas dos rios, competência que exige uma resposta imediata e integrada de monitoramento federal.
“O que estamos testemunhando é um cenário de guerra. O crime organizado ostenta um poder de fogo incompatível com a realidade das nossas polícias. Enquanto o tráfico consegue tecnologia e calibres restritos com facilidade, as forças de segurança enfrentam barreiras burocráticas e falta de investimento estrutural para se reequipar. O Estado precisa retomar o topo da pirâmide de força com urgência. Não se combate fuzil de guerra com discurso vazio”, cobrou o Coronel Rosses.
O vereador defende que a solução definitiva para reverter esse cenário exige uma atuação robusta nas rotas fluviais do estado, além de investimento maciço em inteligência policial e no sufocamento financeiro das organizações criminosas para barrar a compra desse tipo de arsenal.
Fonte: Ascom Vereador Coronel Rosses
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